Maquete Física para o SESC - Unidade de Saúde Preventiva. Carreta na escala 1:20 feita em PVC expandido. Mobiliário confeccionado com chapa de alumínio, arame, biscuit e poliestileno.
A maquete eletrônica é um instrumento vital para o trabalho do arquiteto. Ela permite detectar intercessões indesejáveis, estudar formas, cores e aplicações de materiais e até leva o cliente ou o futuro habitante a passeios pelo interior do imóvel, muito antes de ele ser construído. Além disso, o modelo digital 3D torna o projeto mais inteligível para leigos e facilita a venda dos imóveis.
Alguns arquitetos já tomaram consciência da importância da visualização tridimensional e fazem das maquetes eletrônicas um componente quase obrigatório em seu pacote de serviços. “Para um escritório profissional o uso das maquetes eletrônicas é fundamental para projetar e transmitir idéias ao cliente, portanto, não se cogita se o cliente vai solicitar, simplesmente apresenta-se o material.”, afirma Roberto Amá. – Amá Arquitetos Associados - SP
Carolina Baggio, titular do escritório Baggio Arquitetura, de Porto Alegre (RS), diz que geralmente o cliente não solicita maquete eletrônica porque ele não tem conhecimento de todas as tecnologias disponíveis para o desenvolvimento do projeto. Por isso, quem deve sempre apresentar a maquete como a melhor alternativa para a compreensão do projeto é o arquiteto.
“Os custos da maquete eletrônica sempre deveriam fazer parte dos custos de todos os projetos e do escritório em si. Seus benefícios são tantos que o custo, em torno de 10 % a mais no valor total do projeto se paga com a satisfação do cliente e com a segurança do arquiteto.”, afirma Carolina Baggio.
Fonte:MOREIRA, Maria Edicy.Projeto e Maquete Eletrônica ja não são atividades distintas. in Cadesign ano 11 – nº 10